Este tema - casa segura - não é só para o idoso. Ao tornarmos uma casa segura para o idoso, na verdade tornamos a casa segura para todas as...

Este tema - casa segura - não é só para o idoso.
Ao tornarmos uma casa segura para o idoso, na verdade tornamos a casa segura para todas as pessoas que a frequentam.
Abaixo postei uma reportagem muito boa que saiu na ZERO HORA.



Mudança na rotina e na própria casa evita quedas e oferece segurança ao idoso


Cerca de 30% dos idosos sofrem fraturas ao cair. Em média, as quedas ocorrem uma vez por ano, sendo 70% dentro de casa


Mudança na rotina e na própria casa evita quedas e oferece segurança ao idoso Emílio Pedroso/Agencia RBS

Ivone Oliveira, 80 anos, é exemplo de quem adaptou, além da casa, hábitos para evitar quedas e viver com mais autonomia e segurançaFoto: Emílio Pedroso / Agencia RBS
Matheus Piovesan
matheus.piovesan@zerohora.com.br

Pelo menos uma vez por ano, cerca de 30% dos idosos se fraturam ao sofrer uma queda, segundo o Ministério da Saúde. E, quanto maior for a faixa etária, mais alto é o índice de tombos, ultrapassando os 50% acima de 85 anos.
Com o passar dos anos, os passos ficam mais curtos, perde-se o equilíbrio e a noção de espaço, a massa muscular e a visão são reduzidas e o corpo fica menos flexível e mais frágil.
Estes agravantes inerentes à idade, somados a um ambiente residencial que não facilita o deslocamento e a execução de atividades corriqueiras, transformam os lares em locais de alto risco para acidentes. Segundo o Sistema Único de Saúde, é lá que ocorrem aproximadamente 70% das quedas.

> ESPECIAL: Em passeio virtual, saiba como adaptar os cômodos da residência para ter mais segurança no dia a dia
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Especialistas alertam que é preciso bom senso 
Foi preconizando o bem-estar desta faixa etária que caminha para chegar a 2 bilhões em todo mundo em 2050, segundo a Organização Mundial de Saúde, que surgiu o termo gerontoarquitetura, uma arquitetura direcionada para a terceira idade. No Exterior, o conceito é mais difundido.
No Brasil de 20 milhões de idosos — e onde ainda vão viver mais de 64 milhões em quatro décadas —, esta arte de organizar o espaço urbano e residencial foi difundido de forma pioneira pela arquiteta Fabiane Azevedo, com mestrado em gerontologia biomédica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A meta, segundo ela, é tornar a vida mais prática e segura.
À primeira vista, os idosos costumam rejeitar as intervenções propostas por profissionais especializados. Qual deles gostaria de tirar de exposição o tapete que foi presente do enxoval de casamento e está exposto na sala de estar há mais de décadas? Nenhum. No entanto, os filhos, que são quem costuma encabeçar as mudanças, devem explicar que a estimada peça é bastante espessa e pode ocasionar em fraturas. Para o idoso, a casa está sempre segura, pois é o local onde vive há anos. Por isso, as alterações devem ser feitas com prudência.
— É preciso de um ato externo, mas isso não pode significar a perda de referências. Não se pode fazer uma devassa no local em que a pessoa morou a vida toda — explica Fabiane.
A resistência em fazer alterações na mobília é passageira, garante o médico Newton Luiz Terra, diretor do Instituto de Geriatria e Gerontologia da PUCRS:
— Com o tempo, eles acabam percebendo que uma haste afixada no box e outra ao lado do vaso sanitário podem salvá-los de uma fratura.
Uma simples queda pode deixar o idoso restrito a uma cama durante meses, pois o tempo de recuperação de uma fratura nesta idade é o dobro da registrada em outras faixas etárias. O geriatra destaca que a mais temida é a do fêmur, que requer internação hospitalar e cirurgia. Além disso, estudos apontam que um quarto dos pacientes que sofrem este tipo de fratura morrem nos 12 meses subsequentes — não do procedimento cirúrgico, mas de complicações, como pneumonia.
Algumas medidas preconizadas pelas Diretrizes da Associação Médica Brasileira, são orientar sobre os riscos de queda e suas consequências, realizar avaliações médicas periódicas (principalmente de visão e audição), investir em fisioterapia e exercícios físicos regulares, além de priorizar a qualidade da alimentação. O uso de medicamentos deve ser revisado com frequência, já que, segundo os especialistas, grande parte das quedas ocorrem devido a efeitos colaterais, como tonturas e confusão mental.

Quanto custa a adaptação básica*
> Banco de pés metálicos para ser utilizado dentro do box do banheiro: R$ 280
> Barra metálica de aço (40 cm): R$ 140
> Assento sanitário elevado: R$ 240
> Fita antiderrapante para degraus e escadas: R$ 5 (o metro)
* Valores aproximados em lojas especializadas consultadas por ZH

Osteoporose, um fator de risco
Anualmente, ocorrem no Brasil 121 mil fraturas no quadril causadas por fragilidade óssea. Segundo a Fundação Internacional para Osteoporose, o problema deve aumentar em 16% até 2020 e em 32% até 2050.
O problema é provocado pela osteoporose, doença progressiva ocasiona a redução da densidade dos ossos do corpo, facilitando a ocorrência de fraturas. Incide principalmente em mulheres após o período da menopausa. No país, uma em cada três pessoas do sexo feminino com mais de 50 anos apresenta a doença.
Para prevenir o problema, os médicos indicam o exame de densitometria, que mede a densidade óssea e serve para identificar se o paciente tem osteopenia, um estágio pré-osteoporose. A partir do diagnóstico, uma série de hábitos podem ser alterados para que o quadro não evolua, afirma a radiologista e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Densitometria Clínica, Beatriz Bohrer do Amaral.




Equilíbrio sem superpoderes 
Desde o primeiro dia em que praticou tai chi chuan, a arquiteta Marly Diniz, 66 anos, sentiu uma melhora significativa na disposição. Praticante há nove anos da mistura de arte marcial chinesa com meditação, ela afirma que a diferença de flexibilidade entre o seu corpo e o dos amigos da mesma idade é grande.

— Os outros têm dificuldade para se abaixar ou se levantar. Eu sou o aposto. Se tiver que subir na árvore, eu subo — afirma a aposentada.

A explicação está na associação de movimentos circulares suaves com exercícios de respiração, concentração e relaxamento que impactam positivamente no equilíbrio, na força muscular, na flexibilidade e no controle da postura. Referendado pelo periódico British Journal of Sports Medicine em estudos recentes, a arte milenar foi confirmada como uma das atividades físicas mais indicadas para evitar quedas na terceira idade.

 
Marly (à esquerda), 66 anos, e Silvina, 68, afirmam que o tai chi chuan dá o equilíbrio e a energia necessária para enfrentar desafios diários. Foto: Emílio Pedroso

À medida que pratica a atividade, que imprime calma ao movimento, a mente vai se pacificando, explica a professora com formação em Educação Física Maria de Lourdes Darcie, 51 anos.

— Aprendemos a usar a quantidade mínima necessária de esforço físico e mental. Por entender que os desafios são apenas experiências, o tai chi pode ser considerado um treino para a felicidade — analisa a professora.

Praticante de outra arte marcial, o kung fu, por mais de 20 anos, a dentista aposentada Silvina Moreno, 68 anos, destaca a melhora da visão e do equilíbrio, além do aumento da resistência. Desde que começou a frequentar as aulas, não teve mais gripe, apenas resfriados passageiros. 

Adaptar a casa com barras metálicas no banheiro ou assentos sanitários elevados ainda não estão nos planos de Silvina ou Marly, mas a possibilidade não é rechaçada no futuro.

— Não é porque fazemos tai chi chuan que somos supermulheres. Temos melhores condições de saúde, mas não somos indestrutíveis. Precisamos nos cuidar e evitar armadilhas — brinca a dentista.


Dependente dos outros, jamaisSaudável e bastante ativa, a aposentada Ivone da Silva Oliveira, 80 anos, não quer saber de ninguém atrapalhando sua rotina. A moradora de Porto Alegre, que já foi proprietária de uma imobiliária, teve a casa adaptada pela filha para que pudesse viver a independência pela qual tanto prima. No banheiro, foram instaladas barras para auxiliar banho, no corredor, os tapetes foram retirados e, na sala, a mesa tem os cantos arredondados.

 
Foto: Emílio Pedroso

Prevenida, a viúva carrega mesmo dentro de casa, a tiracolo, uma bolsa de couro com o celular e o telefone sem fio. As alterações resultaram em um saldo positivo: até agora, não sofreu nenhuma queda na residência.

— Eu não sei o que é depressão. Toda semana vou ao salão de beleza para me pintar e me arrumar e viajo sempre que possível para a casa da praia — relata a aposentada, que realiza o serviço doméstico diário sozinha e perambula de ônibus pela capital gaúcha pagando contas em bancos.
ZERO HORA

1. Palmera de Bambu : Elimina formaldeído e também se diz que atua como um umidificador natural. 2. Espada de São Jorge: Serve para ...


1. Palmera de Bambu : Elimina formaldeído e também se diz que atua como um umidificador natural.

2. Espada de São Jorge: Serve para absorver os óxidos de nitrogênio y formaldeído.

3. Palmeira: Uma das melhores plantas de purificacão do ar para a limpeza do ar em geral.

4. Planta aranha: Grande planta de interior para eliminar o monóxido de carbono e outras toxinas e impurezas. Planta-aranha são uma das três plantas consideradas melhor dos casos da eliminação de formaldeído do ar.

5. Lírio de paz: este poderíamos chamar de "limpeza de todos." Frequentemente são colocados no banheiro ou lavanderia, uma vez que eles são conhecidos para a remoção de esporos de fungos. Também conhecido para eliminar formaldeído y el tricloroetileno (é um hidrocarboneto clorado comumente usado como um solvente industrial ).

6. Gérbera: No solo estas maravilhosas flores elimina o benzeno no ar, são conhecidos para melhorar o sono ao absorver dióxido de carbono e emitem mais oxigênio durante a noite.
 



FONTE: 
https://www.facebook.com/HierophantMagazine
















As pedras naturais além de resistentes, são excelentes opções por sua diversidade de cores, texturas, acabamentos. Podemos utilizá-las tan...


As pedras naturais além de resistentes, são excelentes opções por sua diversidade de cores, texturas, acabamentos.
Podemos utilizá-las tanto em ambientes internos como externos, pisos e paredes.


Aqui selecionei algumas matérias e imagens mais voltadas para pisos internos.

Orientações e cuidados para revestimento de piso com pedras naturais



Por 
Arq. Iberê M. Campos 


As pedras são utilizadas para revestimento de piso desde a mais remota antiguidade. A escolha de cada tipo de rocha vai depender de vários fatores: se interno ou externo, características de uso, resistência à abrasão, insolação, chuva, névoa, trânsito de pedestres e de veículos. Fatores como a sujeira decorrente de poeira, poluição e lixo e também influem.
As rochas, por sua durabilidade e fácil manutenção, são empregadas há milênios em pisos e pavimentos. Na Europa, são aplicadas em calçadas e passeios públicos na forma de placas espessas, também denominadas lajotas ou laje, desde a antigüidade até hoje.

Mais recentemente, aqui no Brasil, bons exemplos do emprego são as guias de calçadas, os paralelepípedos em ruas e o próprio calçamento das praças públicas, com as típicas calçadas em pedras portuguesas. Também podem ser vistas, principalmente na cidade de São Paulo, calçadas revestidas com pedra Miracema ou Paduana, extraídas na região de Santo Antônio de Pádua, Estado do Rio de Janeiro.

Além desses usos públicos, as pedras são usadas nas construções particulares revestindo o piso de varandas, pátios, bordas de piscinas e churrasqueiras. Nestes casos, entre as pedras usadas mais freqüentemente estão as do tipo São Tomé, mineira, goiana e também os granitos, mais adiante mostramos mais detalhes do uso de cada tipo de pedra.

Escolhendo o material certo

No revestimento de pisos de pedra em exteriores é preciso observar certas qualidades do material para promover uma maior durabilidade. De cara, deve-se atentar ao acabamento superficial, à cor, textura, e a resistência física e mecânica, especialmente para o dimensionamento de placas ou ladrilhos.

Além destes fatores, entre os motivos da escolha de pedras naturais para revestimento de piso externo estão a resistência, facilidade de reposição e, principalmente, o fato do material ser antiderrapante. Esta característica pode ser natural como, por exemplo, nas pedras São Tomé e Miracema, mas também pode ser conseguida industrialmente por meio de técnicas de acabamento superficial como o levigamento, fiamagem e o apicoamento.

Não existe uma regra geral no que diz respeito às propriedades físicas, químicas e mecânicas das rochas, especialmente para revestimento de pisos externos. Cada situação deve ser analisada conforme o local de aplicação. Por exemplo, na escolha da rocha para piso de garagem, a resistência mecânica e à abrasão são importantes pelo trânsito e peso dos veículos a que estará submetido.

A princípio não há restrições quanto ao tipo de rocha a ser utilizado nessas condições, mas é importante ter em mente que, quanto menor a resistência mecânica da rocha, maior a espessura a ser utilizada, fato que, em muitos casos, pode encarecer a obra. É importante também que o contrapiso seja feito de acordo, pois as rochas nada mais fazem do que transmitir a carga para o solo. Se este for fraco o pavimento vai se romper, com certeza, ao receber cargas, mesmo que as pedras continuem íntegras.

Normas técnicas

Aqui no Brasil ainda existem poucas normas para o uso de rochas naturais em revestimento de piso, mas existem rígidos padrões internacionais. A Comissão Européia de Normalização (CEN) publicou a norma EN 1341:2001, denominada Slabs of natural stone for external paving. Requirements and test methods, ou seja, Placas de rocha natural para pavimentação externa, requisitos e métodos de testes.

Esta norma estabelece diferentes classes de uso de pedras nos pisos e sugere as cargas mínimas de ruptura para cada tipo de solicitação como trânsito de pedestres, veículos leves, caminhões e outros. De acordo com esta norma, com base no parâmetro de resistência à flexão determinado em laboratório o projetista pode determinar as dimensões (espessura, comprimento e largura) -- vide norma ABNT NBR 12.763, Rochas para revestimento: determinação da resistência à flexão.

Para ajudar na escolha podem ser utilizados valores de propriedades físicas e mecânicas disponibilizados pelos produtores para a maioria das rochas comercializadas no mercado nacional. O site www.abirochas.com.br traz vários destes parâmetros, mas deve-se prestar atenção à data da determinação desses valores, se forem ensaios muito antigos ou feitos para obras grandes devem ser refeitos.

Outro parâmetro a ser observado é resistência da rocha ao desgaste abrasivo. Os mármores, rochas mais macias que os granitos e quartzitos, têm desgaste superior. A principal sugestão é não utilizar, lado a lado, materiais com desgastes muito diferentes.

Finalmente, é importante lembrar da questão da cor do material, principalmente no revestimento de bordas de piscinas, situação em que as rochas de cor clara são mais indicadas, pois tendem a ficar menos quentes, sob o sol, devido à menor absorção de calor.

Os diferentes tipos de pedra e suas características

Graças à durabilidade e aos efeitos estéticos que proporcionam, as pedras ornamentais constituem uma ótima opção de revestimento para pisos e paredes, tanto em ambientes internos quanto externos. Para alcançar os resultados pretendidos é preciso considerar as particularidades de cada pedra, tais como o índice de absorção de água e os tipos de tratamento que podem ser aplicados. Veja uma breve descrição das pedras mais usadas no Brasil e suas principais características:
Ardósia -- Não é indicada para calçamento externo pois esquenta bastante, além de ser lisa e escorregadia quando molhada. Pode ser usada para fazer detalhes ornamentais, desde que colocada com grande espaço de rejunte e que seja usado rejunte de boa qualidade, com elasticidade. A ardósia é encontrada nas cores verde, preta e cinza, esta última a mais comum e barata. Pode ser fornecida em lajotas retangulares -- geralmente 40x40cm -- ou em placas irregulares, para um efeito mais artístico. Em termos de manutenção, precisa de limpeza constante, mas mancha com facilidade, recomenda-se limpar apenas com sabão neutro, evitando escovas e outros abrasivos. Para selar seus poros o ideal é colocar uma camada de resina, mas isso deixa a pedra ainda mais lisa.
Granito -- De resistência bem alta, em estado bruto é indicado para calçamento de ruas ou qualquer outro espaço de tráfego intenso ou de serviços pesados. Pode ser polido, lustrado, apicoado, levigado e flameado, nestes casos sendo próprio para revestimento de pisos e paredes, interno ou externo, inclusive formando desenhos das mais diversas formas (vide foto ao lado). É encontrado, do mais barato ao mais caro, nas cores: cinza, vermelho, verde, amarelo, preto e azul. Para limpeza, usa-se água e sabão neutro.
Miracema -- É encontrada na natureza em forma de placas, tem preço acessível, resiste bem a choques mecânicos e a intempéries e, por isso, é aplicada em estado bruto nas áreas externas, até por ser antiderrapante. A miracema-madeira é amarelada devido à presença de óxido de ferro, enquanto a miracema comum é encontrada nas cores cinza, bege e rosa. Sua colocação não precisa de mão de obra altamente especializada e é possível variar o corte e a amarração, numa grande variedade de desenhos. Precisa de manutenção constante, para que não absorva sujeira e não fique encardida.
Arenito -- Usado apenas no estado bruto, é comercializado em placas e em diversos outros tipos de corte. Quando utilizado nos calçamentos em conjunto com o basalto e o mármore forma o chamado mosaico português. Pode ser usado também em paredes, conferindo um aspecto rústico ao ambiente. Disponível em quatro cores: mostarda, branco, preto e vermelho. O assentamento é demorado e precisa de mão de obra especializada. A manutenção é fácil, mas precisa de limpeza e manutenção constantes, sendo que algumas pedras do mosaico podem descolar com o tempo. A limpeza requer apenas água e sabão.
São Tomé, Mineira, Goiás, Itacolomi e Quartzito - São rochas flexíveis, antiderrapante, muito absorventes e que não propagam calor. Indicadas para o revestimento de beiras de piscinas e áreas de lazer. A limpeza se faz com água e sabão, sendo por vezes necessária a contratação de uma empresa especializada para uma limpeza mais profunda com ácido muriático pois mancha com facilidade.
Seixo rolado -- Tem formas arredondadas devido ao movimento das águas dos rios, de onde é retirado. Aquece pouco e sua utilização se dá em jardins, muros e ornamentação de paredes. Apesar de duro e resistente é inadequado para pisos externos, a não ser como decoração localizada. Isto porque não dá estabilidade para a circulação e pode ficar escorregadio, caso não sejam previstas juntas maiores entre as pedras. A limpeza é fácil, mas as pedras se soltam facilmente se não forem bem calçadas com massa.
Mármore -- Formado por carbonato de cálcio e outros componentes minerais que definem sua cor, tem centenas de tonalidades e desenhos, do branco ao preto passando por diversos matizes de marrom, vermelho e bege. No Brasil já foram catalogados mais de trinta tipos diferentes nativos, sem contar os importados. É durável e resistente a impactos, embora se desgaste facilmente quando sujeito à abrasão. É recomendado para pisos e paredes em ambientes internos, desde que não haja circulação excessiva de pessoas. Aceita todos os tipos de tratamento e pode ser limpo com água e sabão neutro. O tipo travertino apresenta fissuras que exigem estuque para preencher os vazios, por isso sua limpeza é feita somente com pano úmido.

Há dezenas de tipos de pedra usados para revestimentos externos e internos, procuramos dar aqui uma prévia do que você encontrará se pesquisar mais à fundo. Ressalvados os aspectos técnicos, a escolha de um ou outro tipo de pedra para revestimento tem muito de cinestésico, ou seja, se você ainda não tem familiaridade com os diversos tipos é aconselhável ir a uma revenda especializada, pegar na mão e sentir cada tipo de pedra para chegar à escolha certa.






Décor do dia: o piso é o protagonista

http://casavogue.globo.com

Seixos circundam ambiente com cor e graça



  (Foto: reprodução)






















faixa revestida com seixos, que circunda todos os ambientes desta casa espanhola, é a protagonista do décor, inclusive no living. Muitas são as qualidades do material: além de aproximar os interiores à natureza árida do entorno, as pequenas pedras trazem cor e graça, e ainda servem para massagear pés cansados. No centro da sala, as placas cerâmicas acrescentam certa rusticidade que é quebrada pela geometria da mesa de centro, pela contemporaneidade da luminária de piso, e pelo conforto do sofá branco. Para coroar essa mistura, almofadas em tons quentes harmonizam o conjunto.




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10 dicas para escolher móveis para espaços pequenos Os designers Jader Almeida, Marcus Ferreira e Fernando Jaeger dão dicas sobre como...


10 dicas para escolher móveis para espaços pequenos


Os designers Jader Almeida, Marcus Ferreira e Fernando Jaeger dão dicas sobre como escolher os móveis ideais para pequenos espaços

Marcelo Magnani
Prefira móveis retos
1. Móveis retos funcionam melhor. “Possibilitam encaixes nos ambientes. Prefira-os”, diz Jader Almeida. 

2. Peças suspensas são sempre bem-vindas: elas privilegiam a circulação. 

3. A melhor maneira de visualizar um móvel no ambiente é simular seu tamanho real. No chão, demarque as medidas com jornal. Observe se sobra área para os outros móveis. 
4. Escolha elementos que possam mudar de lugar. O banquinho que está na cozinha deve servir para a sala, para a área de serviço etc. 

5. Pense na decoração alinhada ao seu dia a dia, e não às ocasiões especiais. “Não faz sentido uma mesa enorme, que ocupe metade da sala, para um lugar onde vivem duas pessoas. Quando o número de convidados for grande, improvise”, afirma Marcus Ferreira. 

6. Em busca de leveza visual, prefira as peças que misturem poucos materiais. “Se o ambiente é pequeno, o ideal é que os móveis nem sequer sejam notados”, diz Jader Almeida. 

7. Não compre tudo ao mesmo tempo. O ideal é partir do móvel maior. Os demais vêm depois, se sobrar espaço. 

8. Peças dobráveis e empilháveis são as grandes aliadas das metragens reduzidas. Dê preferência a elas, desde que o conforto e a estabilidade sejam preservados. “Não adianta ter uma mesa dobrável que chacoalha durante o uso”, explica Fernando Jaeger. 

9. Tenha poucos móveis. Não cabem o sofá nem as poltronas? Fique apenas com o sofá – um que você ame.

10. Opte pela ocupação horizontal, e não vertical. Quanto menos preenchida estiver a parede, mais respiro tem a decoração.

Prefira as peças que misturem poucos materiais

FONTE: REVISTA CASA E JARDIM