Saiba quais os cuidados para manter a   casa sem mofo, fungos e bactérias Revestimentos com superfície lisa s...


Saiba quais os cuidados para manter a




 

casa sem mofo, fungos e bactérias



Revestimentos com superfície lisa são as melhores opções contra bactérias.
Escolha da tinta também pode influenciar na criação do ambiente saudável.

Do G1, em São Paulo

Na hora de construir ou reformar a casa, não basta pensar apenas na estética, mas também na saúde. Além disso, é importante manter o ambiente bem higienizado e ter certos cuidados, principalmente em relação ao mofo, que pode causar ou até mesmo agravar problemas respiratórios, como explicou a pediatra Ana Escobar no Bem Estar desta sexta-feira (29).
Uma das dicas na hora de escolher o material para a casa é em relação às tintas, que devem ser antimofo ou antibacteriana, que têm substâncias para evitar o crescimento de fungos, algas e bactérias. Além disso, é importante observar também os revestimentos, que devem ter a superfície lisa. Isso porque os mais porosos podem acumular microorganismos por causa das pequenas rachaduras, o que pode oferecer risco à família. Fora isso, são também mais fáceis de limpar, como mostrou o arquiteto Gustavo Calazans.

Vejam esta reportagem, que fará bem para a sua saúde! Como evitar fungos e bactérias e ter  uma casa saudável?   Bem Estar ...



Vejam esta reportagem, que fará bem para a sua saúde!


Como evitar fungos e bactérias e ter uma casa saudável? 



Bem Estar desta sexta (29) mostra os melhores materiais para sua casa.

Programa vai explicar como proteger a família se uma série de doenças.

Do G1, em São Paulo

Na hora de construir ou reformar a sua casa, você pensa em usar materiais que façam bem para a sua saúde? Como manter um ambiente saudável e proteger a família de uma série de doenças? O Bem Estar desta sexta-feira (29) vai explicar como os revestimentos, a tinta e até mesmo o piso podem influenciar na sua saúde.
O programa tem dicas de como manter a casa ventilada e livre de microorganismos, como fungos e bactérias. No estúdio, a pediatra Ana Escobar e o arquiteto Gustavo Calazans respondem perguntas dos internautas. Para enviar a sua, é só acessar o campo de comentários logo abaixo do texto, o nosso Twitter @g1bemestar ou Facebook. Não se esqueça de informar seu nome e cidade. Você também pode enviar um vídeo ou uma foto pela página do VC no Bem Estar.

O bambu é uma matéria prima  das mais sustentáveis. Veja que lindo: Neobambu lança revestimentos sustentáveis  com cristais Swaro...


O bambu é uma matéria prima das mais sustentáveis.

Veja que lindo:

Neobambu lança revestimentos sustentáveis 

com cristais Swarovski

Piso de Bambu conta com tecnologia 3D e será 

lançado em março durante a Expo Revestir 2013


Um dos materiais mais procurados por quem se preocupa com o meio ambiente na hora de decorar o lar, o piso de bambu, agora pode ser encontrado em versões sofisticadas, com detalhes em cristais Swarovski Elements.
pense imoveis, revestimento sustentável
Esta é a proposta da marca Neobambu, que em 2012, já havia apresentado ao mercado versões coloridas do revestimento. De acordo com a empresa, as versões adornadas com cristais integram a coleção Gioielli, formada por três linhas diferentes, Princess, Due e Garden. A ideia é atender a demanda crescente do segmento de luxo e alto padrão do setor da construção.

O lançamento da novidade está previsto para março de 2013, durante a feira internacional Expo Revestir que ocorre em São Paulo entre os dia 5 e 8. Na ocasião, a Neobambu também apresentará a coleção de revestimentos Neo3D, com três linhas produzidas a partir do Bambu Demolição: Neo3D Wave, Neo3D Plissê e Neo3D Floresta.
pense imoveis, revestimento sustentável
Segundo a empresa, a instalação dos pisos de bambu é prática, com encaixe “macho e fêmea” e acabamento pronto, que permite a instalação sem necessidade de aplicação de resina no local. Tanto a coleção Gioielli quanto a Neo3D, serão produzidas no formato 915 x 96 x 14mm e réguas de 960 x 96 x 15mm.

Saiba mais sobre cada coleção:

Linha Gioielli Princess
: Inspirada nas joias dos antigos czares russos, cada régua que compõe a linha Princess é formada por sete cristais. A intenção foi misturar as pérolas à decoração de interiores que são a aposta do mercado da moda para 2013.

Linha Gioielli Due: Inspirada na arquitetura contemporânea de Zaha Haddid foram cravejados dois formatos de cristais. As linhas retas dos cristais foram desalinhadas propositalmente para criar um efeito de customização, uma forte tendência para os próximos anos.

Linha Gioielli Royal Black: O cristal preto foi escolhido para compor um design mais neutro, porém imponente. As pedras centralizadas em cada régua do bambu enobrecem o material favorecendo o projeto que pode ser de piso, mobiliário ou painel.

Linha Neo3D Floresta: Inspirado no conceito de preservação do meio ambiente o produto traz inúmeras formas inspiradas em elementos encontrados na floresta brasileira. A fonte de inspiração foi o próprio conceito do produto que preserva o corte das árvores, pois é desenvolvido através de uma matéria prima renovável: o bambu.

Linha Neo3D Wave: As ondas criadas na superfície do produto seguem o conceito de customização. O movimento inspira desde a personalidade mais conservadora até a mais moderna, que pode criar no projeto tudo que a imaginação permitir.

Linha Neo3D Plissê: Os plissados são a inspiração para esta linha. Os frisos das réguas podem ser considerados um curinga na decoração com produtos NeoBambu. O Plissê harmoniza com lisos, peças com cristais e principalmente com a as outras variações da Neo3D. 

Marcelo Rosenbaum é cor, liberdade e bom humor Guiado pela memória e pela intuição, o designer interpreta o gosto do cliente num mundo p...


Marcelo Rosenbaum é cor, liberdade e bom humor

Guiado pela memória e pela intuição, o designer interpreta o gosto do cliente num mundo particular. Em seus projetos arejados e coloridos, imperam o brasileirismo, o resgate da cultura popular e as misturas
Por Marilena Dêgelo

Marcelo Rosenbaum
Livre de preconceitos, o designer paulista Marcelo Rosenbaum, 43 anos, arrisca-se sem medo em misturas ousadas para criar ambientes modernos e confortáveis. Ele pesquisa, vasculha a memória e resgata peças que marcaram épocas. De suas releituras, nascem projetos personalíssimos. “Sempre fui curioso. Aos 9 anos, entrava em todas as obras do bairro onde nasci, em Santo André”, diz. Hoje, ele mergulha nas raízes brasileiras deixadas de lado. “Gosto de reinventar e quero traduzir em design elementos das tradições e da cultura popular”, afirma.

Antes de escolher a profissão, influenciado pelo pai, que era advogado mas construía casas, Marcelo pensou em ser diplomata. De ascendência alemã-judia, italiana, portuguesa e russa, fez intercâmbio escolar na Alemanha. “Minha família negava as raízes alemãs, mas eu fui atrás.” No primeiro ano de arquitetura na Faculdade Belas Artes, ele desenvolveu o projeto de uma loja e não parou mais. No final dos anos 1980, tocava cinco obras de uma vez. “Veio o Plano Collor e voltei à Alemanha, onde trabalhei um ano com o designer Andreas Weber, que mudou minha visão de projeto e espaço”, diz.

Em vez de usar referências, passou a criar a partir de pesquisas e do entendimento do comportamento das pessoas. Premiado em 1999 pelo Museu da Casa Brasileira, ficou popular com o quadro Lar Doce Lar, lançado em 2006, no programa Caldeirão do Huck, na TV Globo. “Penso a arquitetura e o design como instrumentos de transformação. Quero atender às necessidades das pessoas de baixa renda para elevar a auto-estima delas, proporcionando conforto e qualidade de vida”, afirma o designer.

Conforto e personalidade

1. “Preocupo-me com a verdade do cliente. Se ele recebe bastante, a sala tem clima de festa. Se assiste muito à TV, ponho o aparelho no estar”
2. “Forrei uma sala de estantes porque o cliente era um intelectual e não tinha outro lugar para guardar livros. Ficou com a cara dele”
3. “A mistura de quadros com fotografias, arte popular e pinturas contemporâneas dá aconchego”
4. “Gosto de cortina de tecido leve, natural e transparente, como o voile, que só filtra a luz”
5. “A iluminação deve ser indireta. Quanto menos spots tiver no forro da sala, melhor”




"O segredo da decoração é fazer a pessoa sentir que foi ela mesma quem fez. Tudo é meio intuitivo no meu trabalho"

Ao gosto do freguês 
“Adoro mesa de jantar retangular com cabeceira para o patriarca da família. Mas o cliente e o espaço definem o formato do móvel”

“ Todas as soluções são para as necessidades contemporâneas, mas não dá para ser tudo igual. Cada um tem uma peça de uma época que o marcou”

“Acho incrível colocar um objeto de humor na casa (como o vaso em forma de revólver, sobre a mesa). Dá frescor e leveza ao ambiente"







Marcelo Rosenbaum é cor, liberdade e bom humor

Guiado pela memória e pela intuição, o designer interpreta o gosto do cliente num mundo particular. Em seus projetos arejados e coloridos, imperam o brasileirismo, o resgate da cultura popular e as misturas

Por Marilena Dêgelo

Marcelo Rosenbaum
Livre de preconceitos, o designer paulistaMarcelo Rosenbaum, 43 anos, arrisca-se sem medo em misturas ousadas para criar ambientes modernos e confortáveis. Ele pesquisa, vasculha a memória e resgata peças que marcaram épocas. De suas releituras, nascem projetos personalíssimos. “Sempre fui curioso. Aos 9 anos, entrava em todas as obras do bairro onde nasci, em Santo André”, diz. Hoje, ele mergulha nas raízes brasileiras deixadas de lado. “Gosto de reinventar e quero traduzir em design elementos das tradições e da cultura popular”, afirma.

Antes de escolher a profissão, influenciado pelo pai, que era advogado mas construía casas, Marcelo pensou em ser diplomata. De ascendência alemã-judia, italiana, portuguesa e russa, fez intercâmbio escolar na Alemanha. “Minha família negava as raízes alemãs, mas eu fui atrás.” No primeiro ano de arquitetura na Faculdade Belas Artes, ele desenvolveu o projeto de uma loja e não parou mais. No final dos anos 1980, tocava cinco obras de uma vez. “Veio o Plano Collor e voltei à Alemanha, onde trabalhei um ano com o designer Andreas Weber, que mudou minha visão de projeto e espaço”, diz.

Em vez de usar referências, passou a criar a partir de pesquisas e do entendimento do comportamento das pessoas. Premiado em 1999 pelo Museu da Casa Brasileira, ficou popular com o quadro Lar Doce Lar, lançado em 2006, no programa Caldeirão do Huck, na TV Globo. “Penso a arquitetura e o design como instrumentos de transformação. Quero atender às necessidades das pessoas de baixa renda para elevar a auto-estima delas, proporcionando conforto e qualidade de vida”, afirma o designer.

Conforto e personalidade

1. “Preocupo-me com a verdade do cliente. Se ele recebe bastante, a sala tem clima de festa. Se assiste muito à TV, ponho o aparelho no estar”
2. “Forrei uma sala de estantes porque o cliente era um intelectual e não tinha outro lugar para guardar livros. Ficou com a cara dele”
3. “A mistura de quadros com fotografias, arte popular e pinturas contemporâneas dá aconchego”
4. “Gosto de cortina de tecido leve, natural e transparente, como o voile, que só filtra a luz”
5. “A iluminação deve ser indireta. Quanto menos spots tiver no forro da sala, melhor”




"O segredo da decoração é fazer a pessoa sentir que foi ela mesma quem fez. Tudo é meio intuitivo no meu trabalho"

Ao gosto do freguês 
“Adoro mesa de jantar retangular com cabeceira para o patriarca da família. Mas o cliente e o espaço definem o formato do móvel”

“ Todas as soluções são para as necessidades contemporâneas, mas não dá para ser tudo igual. Cada um tem uma peça de uma época que o marcou”

“Acho incrível colocar um objeto de humor na casa (como o vaso em forma de revólver, sobre a mesa). Dá frescor e leveza ao ambiente" 

“Gosto dos revestimentos dos anos 1960, como as pastilhas de cerâmica, usadas em dois tons nos banheiros”

“A obra de arte inspira a vida para o belo. Sempre coloco algo decorativo na parede”
PRIMEIRA PAIXÃO Da primeira peça de design, Rosenbaum nunca esquece. Ainda estava na faculdade quando comprou a luminária Tizio, do designer alemão Richard Sapper, R$ 1.980, na La Lampe

MEU BRASIL “O design que crio é simples e visa ao conforto, como o da poltrona lançada pela Tok & Stok, uma releitura da ‘cadeira de área’, móvel popular brasileiro”


Manto multicolorido e personagens do maracatu,
de Pernambuco

Memória familiar no jogo de porcelana antigo


Beleza e fé, sem afetação
“Faço a casa despretensiosa e fresca – na escolha das cores e dos móveis e na disposição das peças nos cômodos”
“Amo papel de parede. Estou criando uma linha para a Bobinex com fragmentos da arquitetura paulistana”
“Sempre fui ligado ao belo. Meus pais valorizavam a decoração e traziam objetos de viagens, como faço agora, para usar ou me inspirar”
“Sou místico, de ter fé. Mas uso imagens de santos como elementos decorativos”

Sem medo da cor 
“A cor deixa a casa alegre e dá personalidade. Os tons vibrantes são essenciais para o alto-astral”
“Não faço nada em cima do muro. Se é para ser azul, pinto no tom mais forte, como o dos azulejos portugueses”
“Adoro cor-de-rosa. O amarelo é difícil de usar: só gosto do tom gema, quase laranja. Já o salmão me dá arrepio”


Almofada de Batman e Robin recuperada da infância